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VP de Planejamento e fundador do CAMP, Fábio Bernardi, publica artigo no jornal Zero Hora

A nova onda do marketing é fazer marketing dizendo que não faz marketing

“O atual presidente fez um vídeo para lançar a logomarca do seu governo, colocou nas redes sociais e disse que estava economizando R$1,4 milhão ao não veicular na mídia paga”

A nova onda do marketing é fazer marketing dizendo que não faz marketing. Veja bem: não é não fazer marketing, mas apenas dizer que não faz. Porque dizer isso, claro, também é marketing. Quer um exemplo? O atual presidente fez um vídeo para lançar a logomarca do seu governo (olha aí: marketing), colocou nas redes sociais (marketing!) e disse que estava economizando R$ 1,4 milhão ao não veicular na mídia paga. Só que nenhum outro governo fez lançamento de sua logomarca na mídia paga. Dizer que não está fazendo um tipo de publicidade que nunca foi feito? Pura marketagem do não marketing.

Não tenho nada contra esse tipo de estratégia, é tão válida como qualquer outra – embora eu desconfie de sua eficiência em muitos casos. O problema é que, para justificá-la, às vezes surgem ilações tortas ou desonestas, como a do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto Santos Cruz, ao anunciar que a gestão Bolsonaro não teria marqueteiro: “Sou a favor da informação de qualidade pelo bem público e não pelo projeto de poder”.

Nunca me incomodei com o termo marqueteiro porque não visto a carapuça de guru que elege poste e jamais coloquei o marketing acima da política. Sou marqueteiro assim como qualquer governante, desde os tempos em que os reis antigos imprimiam suas faces nas moedas. Governantes fazem marketing o tempo todo: controlam cada aparição pública, inauguram obras, fazem atos solenes para assinaturas cotidianas, passam a tropa em revista, agendam eventos pensando na melhor hora para aparecer na TV, contratam redatores para escreverem seus discursos.

Os empresários são marqueteiros. Passam tendo que vender seu sonho para fornecedores e colaboradores, plantam notícias na imprensa, seduzem investidores e se esforçam para aparecer nas capas das revistas de negócios. Empreendedores são marqueteiros, assim como bons profissionais em diversas áreas. Porque marketing não é enganação ou pirotecnia: é criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um determinado público. Você, na vida, muitas vezes vai agir como um marqueteiro. A diferença entre fazer isso no dia a dia e ser um profissional de marketing é a mesma entre quem cozinha em casa e um chef de restaurante: do segundo se exige mais estudo, técnica, preparo, conhecimento, intensidade e repertório. Ele mistura ciência e arte, depende disso para viver e vive fazendo isso. Por isso, na sua mão, os mesmos ingredientes e temperos quase sempre geram um prato melhor, mais saboroso e, provavelmente, mais caro.

Na vida e na política, quem de propósito confunde marketing com marketagem está apenas fazendo uma.

Confira matéria no site aqui.

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O 1º Seminário do CAMP – Estratégia, Comunicação e Democracia é notícia!

Emmanuel Publio Dias, associado do CAMP, faz análise do seminário para o jornal Propmark – especializado no mercado de comunicação e marketing, sobre o evento realizado nos dias 12 e 13 de dezembro, em Brasília.

O marketing político no novo cenário pós-eleições 2018

Profissionais associados ao CAMP (Clube associativo dos profissionais de marketing político) estiveram reunidos dias 12 e 13 últimos, em Brasília, para fazer uma avaliação da última campanha eleitoral e traçar planos para suas atividades nos próximos anos.

Ao longo dos dois dias foram realizados seis painéis temáticos que cobriram importantes aspectos da campanha de 2018, considerada por todos os palestrantes e presentes como a mais surpreendente das campanhas desde a redemocratização, seja pelos resultados, seja pelo uso intensivo das ferramentas e plataformas de marketing digital.

Assim como na última campanha presidencial nos Estados Unidos, os especialistas reconheceram que toda a estratégia, ações e conhecimento acumulados até agora poderiam ser derrotados por candidatos novatos sem recursos, sem história e/ou patrimônio político/partidário e até sem uma campanha estruturada, como foi demonstrado em alguns dos cases apresentados.

O uso das redes sociais, o engajamento da população no debate político e aspectos conjunturais específicos (rejeição a políticos e política, voto útil contra os partidos hegemônicos, restrição de recursos das campanhas, Lava-jato etc), certamente contribuíram para estes resultados surpreendentes, mas certamente foi o exercício da Política (exercida com “P” maiúsculo), turbinada pelo marketing político que nos levou ao que nos revelaram as urnas.

Diferentemente de campanhas anteriores, quando recursos das campanhas pareciam infinitos e os candidatos subordinavam seus discursos a elas, nesta campanha, à esquerda e à direita, os candidatos reassumiram suas funções de condutores do processos, conteúdos e até das plataformas de comunicação online das campanhas, obrigando os profissionais de marketing a recuarem para as posições das quais jamais deveriam ter saído: usar estratégias, táticas e ferramentas de marketing; amplificar e direcionar corretamente as mensagens do candidato, criar um discurso que traduza (e não, fabrique) um candidato de verdade. Tudo isso com eficiência e resultados mensuráveis, pois não havia mais os recursos fabulosos, o tempo de campanha foi reduzido e as estruturas partidárias destroçadas.

Outra boa conclusão que se pode tirar deste seminário é que, num país com as dimensões e complexidade do Brasil, não há “receita” única para todos os tipos de bolo; nem as redes sociais são exclusivamente suficientes, nem a TV perdeu sua importância. Ouvimos diferentes cases de candidatos que basearam suas campanhas nas ferramentas tradicionais do marketing político e outras que, sem tempo disponível de TV e Rádio e sem recursos, obtiveram sucesso a partir de mobilização de simpatizantes e eleitores acionados a partir de recursos das plataformas digitais e técnicas de mobilização típicas de CRM.

Em todas as sessões do seminário, ficou claro que o posicionamento correto do candidato em função da análise de suas próprias forças e fraquezas, das ameaças e oportunidades de seu cenário específico, modelaram as campanhas vencedoras, mesmo contra todas as expectativas e resultados históricos. Nada mais “marketing” do que isso.

Apesar de reconhecerem o uso das fake news nas campanhas e as dificuldades de combatê-las e evitá-las, os profissionais de marketing político reunidos em Brasília acreditam que, como sempre foi desde que o uso do boato e da mentira foi utilizado no debate político, técnicas de prevenção e respostas transparentes podem ser uma boa vacina, usando exatamente as mesmas armas dos propagadores das fakes: conteúdo e mobilização nas redes sociais

As eleições deste ano mostraram um novo cenário político e um novo eleitor, com um nível de engajamento e participação como nunca se viu antes, e isso certamente vai continuar no exercício dos mandatos de seus eleitos.

Novos partidos e grupos de opinião se organizam para continuar usando as plataformas e ferramentas de comunicação e influência. Tudo isso abre um novo horizonte para os profissionais e empresas de marketing e comunicação política continuarem oferecer seus serviços, não apenas no varejo da campanha eleitoral, mas permanentemente ajudando os cidadãos e suas instituições a construirem um novo cenário da democracia brasileira.

Neste novo cenário, o CAMP e seus associados se posicionam pela Ética e valores republicanos, contra a negação da Política. “Resgatar a humanidade do processo político”, como disse um dos painelistas.

Acesse o site aqui.

 

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1º Seminário do CAMP – Estratégia, Comunicação e Democracia tem programação destacada por Poder 360

Evento de marketing político reúne coordenadores de 5 campanhas presidenciais

Nova dinâmica nas redes sociais é 1 dos temas

O Camp (Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político) promove a partir desta 4ª feira (12.dez.2018) o 1º Seminário sobre Estratégia, Comunicação e Democracia. O evento reunirá 30 palestrantes, entre eles os coordenadores das campanhas de 5 dos 13 candidatos que concorreram nas eleições presidenciais de 2018.

O objetivo do seminário é debater o papel das instituições e dos profissionais de marketing político no fortalecimento da democracia brasileira. O evento será realizado no Kubitschek Plaza Hotel nesta 4ª feira (12.dez.2018) e 5ª feira (13.dez).

Entre os palestrantes estão Karina Kufa, coordenadora jurídica da campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e Otávio Antunes, responsável pelos programas eleitorais de Fernando Haddad (PT) no rádio e na TV.

Também darão palestras no evento (íntegra):

Lula Guimarães, responsável pela comunicação na campanha de Geraldo Alckmin (PSDB);
Guilherme Raffo, que trabalhou na campanha de Henrique Meirelles (MDB);
Ely Menezes, que coordenou a área de comunicação do candidato João Amoedo (Novo).

Os principais temas a serem discutidos nos painéis são:

fake news;
eleições 2018;
renovação política;
reforma política-eleitoral;
campanha eleitoral para a Presidência da República;
posicionamento do rádio e da TV na política diante das novas mídias.

SERVIÇO

Seminário Camp: Estratégia, Comunicação e Democracia
Data: 12 e 13 de dezembro de 2018
Local: No Kubitschek Plaza Hotel – SHN Quadra 2, Bloco E
Inscrições: www.campbrasil.com.br

Acesse o site aqui.

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1º Seminário do CAMP apontado pelo Jornal de Brasília

Seminário reúne profissionais de marketing político em Brasília

Especialistas e representantes dos Três Poderes debaterão as eleições 2018 e o papel de cada um no fortalecimento da democracia

Pela primeira vez em Brasília, profissionais de marketing político se reunirão com representantes dos Três Poderes para debaterem o tema no 1º Seminário Camp: Estratégia, Comunicação e Democracia. O encontro será em 12 e 13 de dezembro, no Kubitschek Plaza Hotel e as inscrições no site www.campbrasil.com.br mesmo. Além de estudantes, pagam meia entrada doadores de 1kg de alimento não perecível.

Matéria na íntegra aqui. 

 

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1º Seminário do CAMP – Estratégia, Comunicação e Democracia tem destaque em publicação do Metrópoles

Estrategistas de Bolsonaro, Haddad e Alckmin juntos em seminário no DF

Cabeças por trás das campanhas de cinco presidenciáveis nas eleições de 2018 vão se reunir em Brasília para o 1ª Seminário Camp: Estratégia, Comunicação e Democracia. O encontro ocorrerá nos dias 12 e 13 de dezembro, no Kubitschek Plaza Hotel.

Entre os palestrantes, estão a coordenadora jurídica da campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Karina Kufa (foto em destaque), e Otávio Antunes, responsável pelos programas eleitorais de Fernando Haddad (PT) no rádio e na TV.

Também participarão dos debates Lula Guimarães, principal marqueteiro de Geraldo Alckmin (PSDB) durante a disputa, Guilhermo Raffo, que trabalhou junto a Henrique Meirelles (MDB), e Ely Menezes, a cargo da comunicação de João Amoêdo (Novo).

Ao todo, 30 palestrantes falarão sobre seis temas: Eleições 2018; fake news; campanha eleitoral para a Presidência da República; reforma política-eleitoral; posicionamento do rádio e da TV na política diante das novas mídias; e renovação política.

As inscrições custam R$ 379. A programação completa está disponível no site do seminário.

Responsável pelo evento, o Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político (Camp) é formado por consultores, estrategistas, jornalistas, publicitários e pesquisadores de todo o país. Uma das pautas do grupo é a reforma política.

Acesse aqui a publicação.

 

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Seminário do CAMP é notícia também no Portal Press

1º Seminário do CAMP: Estratégia, Comunicação e Democracia

Os principais profissionais do Marketing Político brasileiro estarão reunidos com autoridades e especialistas de diversas áreas debatendo as eleições de 2018 no “1º Seminário do CAMP: Estratégia, Comunicação e Democracia”, que será realizado no Kubitscheck Plaza, em Brasília (DF), nos dias 12 e 13 de dezembro.

O evento terá seis painéis, com a participação de 30 profissionais, entre eles, coordenadores das campanhas aos cargos mais importantes deste pleito, coordenadores jurídicos, cientistas políticos, jornalistas especializados, representantes de redes sociais, agências de fact check e de movimentos de renovação política.

Os painéis irão abordar temas como “Eleições 2018: uma análise de conjuntura de País, candidatos e eleitorado”; “Fake news e a onda das campanhas negativas no Brasil”; “A campanha eleitoral para Presidente da República de 2018”; “Reforma política-eleitoral: regras mais claras e democráticas, o papel da mídia e compliance eleitoral”; “A TV e o rádio frente o poder das novas mídias na política” e “Renovação Política em 2018: Conjuntura ou participação cívica?”.

Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político – Lançado em maio de 2018 por 43 grandes nomes do setor, o CAMP conta hoje com mais de 50 associados. O clube atua para promover o aperfeiçoamento profissional, organizando eventos e valorizando o trabalho que desenvolvem em defesa da participação popular e da Democracia. O CAMP é apartidário, busca diálogo com todos os partidos e esferas de poder.
Contatos CAMP: contato@campbrasil.com.br

Acesse aqui a publicação.

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1º Seminário do CAMP – Estratégia, Comunicação e Democracia notícia no site Terra

CAMP realiza seminário com grandes nomes do Marketing Político

Os principais profissionais do Marketing Político brasileiro estarão reunidos com autoridades e especialistas de diversas áreas debatendo as eleições de 2018 no “1º Seminário do CAMP: Estratégia, Comunicação e Democracia”, que será realizado no Kubitscheck Plaza, em Brasília (DF), nos dias 12 e 13 de dezembro.

O evento terá seis painéis, com a participação de 30 profissionais, entre eles, coordenadores das campanhas aos cargos mais importantes deste pleito, coordenadores jurídicos, cientistas políticos, jornalistas especializados, representantes de redes sociais, agências de fact check e de movimentos de renovação política.

Os painéis irão abordar temas como “Eleições 2018: uma análise de conjuntura de País, candidatos e eleitorado”; “Fake news e a onda das campanhas negativas no Brasil”; “A campanha eleitoral para Presidente da República de 2018”; “Reforma política-eleitoral: regras mais claras e democráticas, o papel da mídia e compliance eleitoral”; “A TV e o rádio frente o poder das novas mídias na política” e “Renovação Política em 2018: Conjuntura ou participação cívica?”.

Matéria no site disponível aqui.

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1º Seminário do CAMP é destacado pelo site Coletiva.net

Clube de Marketing Político organiza seminário com profissionais da área

O Clube Associativo dos Profissionais de Marketing Político – Camp foi lançado em maio deste ano e, seis meses depois, organiza seu primeiro seminário nacional. Questões como estratégia, comunicação e democracia nortearão o encontro marcado para 12 e 13 de dezembro, no Kubitscheck Plaza, em Brasília. Dentre os 43 nomes que integram o projeto, estão os gaúchos Cassiano Sampaio, da Esplanada – Comunicação Estratégica, de Brasília; Fábio Bernardi, da Morya; e José Luiz Fuscaldo, da Moove.

O seminário reunirá profissionais do Marketing Político brasileiro, autoridades e especialistas de diversas áreas para debater sobre as eleições deste ano. O evento contará com seis painéis, com a participação de 30 pessoas, como coordenadores das campanhas aos cargos mais importantes deste pleito, coordenadores jurídicos, cientistas políticos, jornalistas especializados, representantes de redes sociais, agências de checagem de informação e de movimentos de renovação política.

Alguns dos temas a serem abordados versarão sobre ‘Eleições 2018: uma análise de conjuntura de País, candidatos e eleitorado’, ‘Fake news e a onda das campanhas negativas no Brasil’, ‘A campanha eleitoral para Presidente da República de 2018’. Ainda, estão previstas palestras sobre ‘Reforma política-eleitoral: regras mais claras e democráticas, o papel da mídia e compliance eleitoral’, ‘A TV e o rádio frente o poder das novas mídias na política’ e ‘Renovação Política em 2018: Conjuntura ou participação cívica?’.

O Camp conta com mais de 50 associados e atua para promover o aperfeiçoamento profissional, organizando eventos e valorizando o trabalho que desenvolvem em defesa da participação popular e da democracia. O Clube, conforme a diretoria, é apartidário e busca diálogo com todos os partidos e as esferas de poder. Mais informações podem ser consultadas no site 

Acesse aqui a publicação feita no site.

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O diretor do CAMP Norte-Nordeste, Leurinbergue Lima, comenta em coluna do Jornal O Povo sobre o papel das redes sociais nas eleições de 2018

Início de um novo tempo?

Fim de papo, ou melhor, fim das eleições 2018. Essa foi a primeira campanha para presidente e governador com duração de apenas 45 dias. E sem carros de som, sem financiamento de empresas, entre outras novidades. São muitas mudanças e a tendência é que mude ainda mais nas eleições municipais de 2020 e nas quase gerais em 2022.

O desempenho de alguns candidatos mostrou que a presença e o posicionamento diário nas redes sociais, à longo prazo, asseguram maior formação de imagem e seguidores verdadeiros (a exemplo do presidente eleito Jair Bolsonaro) em relação aos que apostaram no modelo tradicional de candidaturas. Já não basta somente ter sobrenome forte, experiência na política, tempo de televisão no horário eleitoral gratuito ou forte apoio de outros mandatários, tipo prefeitos e vereadores.

As redes sociais há um bom tempo já pautam a grande mídia tradicional, em especial, TV e rádio. A aposta nas mais diversas plataformas de redes sociais para expor ideias e interagir com eleitores já foi ao longo dos últimos quatro anos a diferença para muitos candidatos no Ceará, a exemplo de Célio Studart (PV), eleito vereador de Fortaleza, em 2016, e agora, em 2018, como deputado federal, com mais de 200 mil votos. Bem como André Fernandes (PSL), eleito deputado estadual com 109.742 votos, o mais votado.

Outro caso bem sucedido foi de Romeu Zema (Novo), eleito governador de Minas Gerais. Com parcos 6 segundos de TV e participado de apenas um debate, Zema foi o mais votado do primeiro turno. No segundo turno não deu chances ao adversário, obtendo 71,80% dos votos válidos. O caso mineiro envolve um ótimo trabalho de estratégia eleitoral e uso das redes sociais durante o pleito, além do anseio de mudança do povo mineiro.

Mas não basta ser presente na rede, opinião bem definida, máximo de inserção na sociedade civil. É preciso também ser consistente nas ideias. Sim, isto ainda falta em muitos dos candidatos. Se por um lado temos boa exposição e opinião em muitos, falta convicção e conteúdo. Portanto, senhores mandatários e possíveis candidatos: ao trabalho, 2020 é logo aí.

Leurinbergue Lima

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Presidente do CAMP, Bruno Hoffmann, analisa o cenário político nas eleições de 2018, em entrevista para a Rádio Justiça

Em entrevista para a Rádio Justiça, o presidente do CAMP, Bruno Hoffmann, falou da importância dos profissionais de marketing político no fortalecimento da participação popular e da Democracia. Assim como mencionou o termo de compromisso histórico que o CAMP assinou com o TSE para auxiliar no combate às Fake News.

Acesse aqui para entrevista na íntegra.

 

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